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pessoas e coisas da vida

pessoas e coisas da vida

27.06.19

O Coutinho!


imsilva

Aqui está  o problema de não termos as cartas todas à vista, uns dizem que é ocupação ilegal de imóvel, ( de quem pagou a casa ), outros que o assunto deveria ter sido resolvido há muitos anos atrás, e que os próprios moradores, na altura ainda jovens, é que não quiseram. E eu vou esperar pelos próximos episódios, agradecendo não ter que resolver a situação. 

25.06.19

Politiquices


imsilva

Não escolhi ser Presidente da República, nem Primeiro Ministro, nem Director de um banco, nem deputada de coisa alguma. Esses lugares estão ocupados por pessoas que assim o quiseram, então façam o seu trabalho, não é pedir nada do outro mundo.

Nem Presidente de Junta eu sou, nem gostaria de ser, felizmente existem pessoas com essas apetências, façam favor...

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Mas, sou Presidenta da minha vida, do meu espaço, do meu negócio, e de quem precisa de mim, portanto cada um que presindencie (existe?) o seu território.

Tento estar informada do que se vai passando por Portugal e o mundo, tento seguir desenvolvimentos e afins, mas ele é, ecologia, ambientalismo, migração, partidarismo, corrupção e leis a quererem sair a torto e direito, nem sempre muito direitas, e eu vou concordando ou não, conforme as informações que vou tendo.

O que já não consigo fazer é escapelar as várias situações vigentes e dissecá-las como alguns nobres colegas bloguistas conseguem fazer, o que eu muito admiro.

A minha opinião é que numa civilização civilizada, não seria necessário porra de legislação alguma, porque imperaria o bom senso, a honestidade, e a vontade de vivermos todos decentemente. Não seria necessário as pessoas fugirem dos seus países, não gastaríamos os recursos naturais do planeta sem necessidade absoluta, nem poríamos a mão no dinheiro dos outros, sem que nos caísse um raio em cima. Ninguém deitaria fosse o que fosse para o chão, nem escarretas, que eu farto-me de pensar nas crianças pequenas que quantas vezes caem e vão com a cara ao chão.

Mas isto sou eu...

21.06.19

Educação precisa-se


imsilva

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A educação aprende-se em casa (cliché), mas não encontro melhor maneira de expressar o meu pensamento.

É em casa que se aprende o respeito pelo outro, o ser amável, o pedir as coisas com afabilidade, e a consequente resma de palavras, obrigado, por favor, com licença, desculpa…

Sei perfeitamente que nem sempre estas palavras são utilizadas no momento certo, mas tenho a certeza que foram interiorizadas, e serão usadas quando necessário.

As crianças serão no exterior aquilo que estão habituadíssimas a ser em casa, se os pais assim entenderem, agora, se não o entenderem…

Daí termos professores de certas escolas, a passar por autênticos infernos, porque os alunos carecem da dita cuja.

Santo Abrenúncio ! Como é que se explica, em pleno século XXI, chegarmos ao ponto de termos situações destas nas nossas escolas?

Logicamente, esta classe profissional está desgastada, criar os filhos dos outros (em grandes quantidades), não pode ser fácil. O que supostamente seria uma profissão gratificante, ver crianças a aprender aquilo que eles têm para ensinar, e ver os resultados ao fim de um ano lectivo, transforma-se num peso para a alma, e uma carga psicológica para pessoas que não imaginaram passar por estas situações quando decidiram ser professores.

Evidentemente, as crianças de hoje, serão os adultos do amanhã. Criarem bons hábitos em pequenos vão fazer deles umas pessoas grandes melhores.

O ideal é, Educação e Instrução andarem de mão dada, quando assim não é, o desequilíbrio é visível, e a vida um pouco mais difícil.

 

 

 

 

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18.06.19

Blusas


imsilva

Ontem a minha mãe disse-me, " blusa nova, tens muitas blusas" e eu " oh mãe, não é nova, já a tenho usada muitas vezes". 

Hoje chego ao pé dela, e diz-me " oh, eu não digo, mais uma blusa nova" e eu " mãe,  "esta é a mesma de ontem" e ela "não é nada ". 

Quando olho para blusa, reparo que está do avesso, as pintinhas que estavam ontem, hoje não estão. Pudera....

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14.06.19

Vou começar aos tiros


imsilva

Que me perdoem os Panenses, (os do Pan), mas vou começar aos tiros. Tenho um quintal, que apesar de não ser muito grande, dá para umas árvores e algumas meninas como já vos tenho mostrado. Há uns pássaros que por aqui passeiam, o que até é agradável.  Hoje de manhã estendi roupa, e quando fui dar por ela, tinha nódoas que não estavam antes, ou seja, alguns dos ditos cujos, andam a cagar preto, e respeito pelo trabalho das pessoas, nenhum! Tenho razão para começar aos tiros, (ou não?).

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11.06.19

Os nossos velhotes


imsilva

 

 

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Desculpem, os nossos velhinhos, idosos, usados, anciãos, enfim o que lhes quiserem chamar.

O que podemos fazer quando aqueles que foram a nossa referência, de trabalho, de energia, de resoluções, de pessoas, aqueles de quem dependíamos, passam a ser dependentes de nós? Quando os vemos perder a energia, as resoluções, quando vemos que já não conseguem sozinhas viver no seu canto, entre as suas coisas, nos seus domínios que sempre dominaram tão bem? Quando estamos com o nosso tempo ocupado com o trabalho, muitas vezes dando ainda uma ajuda aos descendentes, e vemos como os nossos ascendentes precisam de nós? Como fazer?

Não há fórmulas mágicas, nem soluções perfeitas, cada um vai ter que resolver à sua maneira, e não vai ser à maneira da prima ou do vizinho do lado. Mas é assustador!

Eles merecem o nosso melhor, por todos os motivos e mais alguns, viveram conforme puderam e os deixaram, lutaram, sofreram, celebraram, deram o que tinham e o que não tinham para nos criarem, e alguns, muito pouco descansaram (porque não sabiam que podiam descansar).

Alguns de nós deram alegrias e satisfações, outros deram preocupações, e outros ainda verdadeiros desgostos, mas eles continuaram de pé, sem desistir, e a fazer tudo o que podiam para continuar a viver, muitas vezes sabe Deus como!

Estou-me a referir, a uma certa geração, porque os futuros “velhotes” já souberam e tiveram a oportunidade de viver de outra maneira, sem os apertos e amarguras de outros tempos, mas não sem as preocupações e os desgostos, que esses são transversais no tempo.

Estou a falar da geração dos meus pais, que cresceram e viveram em meios onde não aprenderam a relaxar e a apreciar a vida à volta, alguns ainda conseguiram fazê-lo, mas mais tarde (porque não sabiam que o podiam fazer) .Estou a falar das pessoas que agora têm 80 ou 90 anos.

E quando faltar o comando, como vamos fazer?. Será que vamos ter a disponibilidade que eles tiveram quando tomaram conta de nós? Dificilmente. A situação, por muito que tentem comparar, não tem qualquer tipo de comparação. Uma criança não é um “velho”, mudar uma fralda a um bebé, não é mudar uma fralda a um “velho”. Desculpem-me os mais sensíveis, mas a realidade é essa, mesmo sendo os nossos “velhotes”.

Sinceramente, tenho medo, muito medo, não quero vê-los dependentes, nem quero imaginar tal situação, tenho medo de a não saber resolver, e falhar-lhes.

Quando chegar o momento, vai ser uma das nossas responsabilidades, e não vamos poder descartá-la, nem a eles.

 

 

 

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