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pessoas e coisas da vida

pessoas e coisas da vida

12.05.20

Mulher madura, beleza pura


imsilva

 

 

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Aviso: Este texto é dedicado às maduras, mas creio que também pode dizer algo às verdes.

No domingo, na RTP2, vi o 1° episódio de uma nova série, "O oportunista". Que me trouxe esta certeza, as mulheres maduras tem um charme incrível. A protagonista é Júlia Ormond, (Lendas de paixão, com Brad Pitt) (Sabrina, com Harrison Ford) e depois de me assustar por perceber que ela também envelheceu, (não somos só nós) percebi também que está linda.

Foi há coisa de um ano que lancei o "desafio dos 50", e que deu testemunhos fantásticos do que é chegar aos 50, e das vantagens que sentimos na alma e no ego. Foi unânime, todas nos sentimos orgulhosas e de bem com a idade.

As rugas e as curvas, tiraram algo a esta actriz, mas também lhe deram outra coisa, beleza madura e aquela sensação de serenidade e auto-confiança, de quem já não deve nada a ninguem e satisfações muito menos.

Ok. Já percebi que provavelmente vai ser enrolada na série, mas isso nada tem a ver com a beleza e o carisma que transmite.

11.09.19

Admirável mundo novo!


imsilva

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Não, não tem a ver com o livro de Huxley, tem a ver com motas e cinquentões.

Tenho à minha volta, várias pessoas que depois dos famosos 50s, tornaram-se "motards" com direito a tudo, blusões de cabedal com o símbolo do seu grupo, e tatuagens inclusive (alguns). Contra tudo e contra todos, muitos começaram do zero, ou seja, tiveram que aprender a andar de mota. E, (apesar de eu "nunca") acho admirável, corajoso, e prova de que a vida pode dar uma grande reviravolta, pela positiva, e começar aos 50s.

Há uns anos atrás, (não tantos assim), depois dos 50s as pessoas tornavam-se circunspectas, e bem comportadas. A época das maluquices, tinha acabado e juízo exigia-se.

Agora, é a altura em que as pessoas fazem novas descobertas, novos desafios, e em que realizam sonhos antigos. É o MÁXIMO!

Este poderia ser mais um texto dos "cinquentas", mas não é, este é um texto que homenageia a garra destes novos (velhos) motards, a quem faço a minha vénia, e a quem devoto a minha mais sincera admiração. (pelo amor de Deus, não se esqueçam do capacete).