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pessoas e coisas da vida

pessoas e coisas da vida

Fevereiro 17, 2023

imsilva

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Por vezes é preciso saber onde estamos, onde queremos estar e até onde podemos ir. Respirar é preciso!

Foi a resposta que dei num comentário num blog que dizia que ia parar por enquanto.

As necessidades de um, diferem de outro. A vida de um, não tem nada a ver com a vida de outro. Há quem não tenha tempo para pensar, e há quem tenha tempo demais. 

Neste momento, não sei o que quero, onde quero estar ou até onde quero ir. Não ando a correr, tenho tempo, mas não o discernimento para utilizá-lo. O blog dá-me a calma de estar comigo, de desabafar, é o meu psicoterapeuta, é o meu saco de pancada, é o cesto dos papéis onde se despejam os sentimentos, as emoções que não queremos que ninguém ouça, que ninguém veja. 

Isto não são coisas de uma sexagenária, de uma senhora com idade para ter juízo, mas, talvez sejam coisas de uma pessoa que já sentiu e vivenciou muito. Não coisas terríveis, mas, simplesmente coisas, daquelas que todos os que têm alguns anitos vivem. A perda das nossas pessoas, apesar de ser lei de vida, a criação e o crescimento dos descentes e seus derivados, a sensação de que não se fez tudo o que se devia ou podia, que algo importante se deixou para trás, mesmo não sabendo o quê. Que algo nos espera, que somos capazes de mais alguma coisa, mas que nos escapa, deixando-nos ansiosos e com taquicardias estúpidas, porque quando olhamos à volta pensamos, o que é que queres mais?

E a importância de ser, onde fica? Ali, ao virar da esquina, é só caminhar até lá.

E aqui está a prova do que acabei de escrever, desabafei sentimentos que não tendo onde os largar, despejei no blog, como se de um sofá de consultório se tratasse. Poupei umas moedas e não me mexi do meu cantinho. 

  

600 posts depois...

...aqui estou eu

Novembro 16, 2022

imsilva

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Post nº 600!!!

Quantas palavras estão confortavelmente instaladas neste blogue!

Aqui neste blogue, nascido quase, quase, quase há 4 anos, despejei sentimentos, emoções e opiniões.

Descobri uma criatividade que desconhecia nos desafios a que respondi, e que tanto me ensinaram, sempre com o medo de não saber se conseguiria. No final ficou o orgulho do que foi conseguido.

Escrevi palavras minhas e partilhei palavras de outros, escrevi histórias a duas mãos com o meu neto, desafiei a escreverem sobre os "cinquentas", desafiei para que escrevessem "Contos de Natal" o que deu frutos maravilhosos e livros editados, e mostrei a vulnerabilidade da minha adolescência, nos poemas que publiquei em Janeiro de 2020. 

Escrevendo ao meu ritmo, 2 ou 3 vezes por semana, também publiquei diariamente quando assim foi preciso. Em Abril de 2020 publiquei todos os dias uma foto no "Desafio das flores" e em Dezembro de 2020 publiquei todos os dias um postal de Natal antigo.

Homenageei os dias marcados no calendário, com o respeito e carinho que mereciam, os que não me dizem nada, não mereceram.

Resumindo e concluindo, este blogue tem sido o meu porto de abrigo e muitas, muitas vezes o meu diário de bordo, aqui estão esparramados dramas, comédias e momentos importantes da minha vida.

Agradeço a todos os que me têm acompanhado, muitos já estão no meu coração, alguns já fazem parte do núcleo das amizades, e prevejo que esse número vai aumentar ao longo do tempo.

Espero continuar neste cantinho à beira net plantado onde tão bem me sinto, enquanto me deixarem, continuando a despejar sentimentos, emoções e opiniões, até que a alma me doa, sempre ao vosso lado.    

 

 

 

 

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