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pessoas e coisas da vida

pessoas e coisas da vida

Fevereiro 17, 2023

imsilva

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Por vezes é preciso saber onde estamos, onde queremos estar e até onde podemos ir. Respirar é preciso!

Foi a resposta que dei num comentário num blog que dizia que ia parar por enquanto.

As necessidades de um, diferem de outro. A vida de um, não tem nada a ver com a vida de outro. Há quem não tenha tempo para pensar, e há quem tenha tempo demais. 

Neste momento, não sei o que quero, onde quero estar ou até onde quero ir. Não ando a correr, tenho tempo, mas não o discernimento para utilizá-lo. O blog dá-me a calma de estar comigo, de desabafar, é o meu psicoterapeuta, é o meu saco de pancada, é o cesto dos papéis onde se despejam os sentimentos, as emoções que não queremos que ninguém ouça, que ninguém veja. 

Isto não são coisas de uma sexagenária, de uma senhora com idade para ter juízo, mas, talvez sejam coisas de uma pessoa que já sentiu e vivenciou muito. Não coisas terríveis, mas, simplesmente coisas, daquelas que todos os que têm alguns anitos vivem. A perda das nossas pessoas, apesar de ser lei de vida, a criação e o crescimento dos descentes e seus derivados, a sensação de que não se fez tudo o que se devia ou podia, que algo importante se deixou para trás, mesmo não sabendo o quê. Que algo nos espera, que somos capazes de mais alguma coisa, mas que nos escapa, deixando-nos ansiosos e com taquicardias estúpidas, porque quando olhamos à volta pensamos, o que é que queres mais?

E a importância de ser, onde fica? Ali, ao virar da esquina, é só caminhar até lá.

E aqui está a prova do que acabei de escrever, desabafei sentimentos que não tendo onde os largar, despejei no blog, como se de um sofá de consultório se tratasse. Poupei umas moedas e não me mexi do meu cantinho. 

  

Abril 17, 2019

imsilva

Quero fazer um agradecimento geral a esta boa gente que por aqui anda. Não tendo tempo para estar na converseta com amigos, ou para me sentar no café a fofocar, valha-me o Senhor dos blogs, que me permite assistir de bancada a conversas, na sua maioria interessantes e inteligentes, (não precisam de se babar) que preenchem os poucos momentos livres que a minha pessoa consegue ter. E aí está o problema, é que é tão pouco tempo, que não consigo por-me a par de tudo quanto publicam. Quando dou por isso, já vão no milionésimo post, sem me ter apercebido. Mas eu tento, juro que tento. De qualquer maneira, este post é mesmo um agradecimento aos bons momentos que me fazem passar, eu rio, eu choro a rir, eu comovo-me, eu surpreendo-me, eu queria estar cara a cara com alguns de vocês, para verem que entendo os vossos desabafos e que me solidiarizo com eles, ou poder dar aquela gargalhada exigida por alguns dos palhaços (no melhor dos sentidos) que por aqui habitam. Tenho uma série de coisas que gostaria de publicar, mas agora deu-me para isto, senti mesmo necessidade deste desabafo. Sei que não tenho estado com o astral onde devia de estar, prova disso é este texto, mas o astral é mesmo um maluquinho, anda para cima e para baixo, e nós temos que sustentá-lo. Para que não haja especulações, tem um pouco a ver com o "sindrome do ninho vazio" coisa que eu sempre subvalorizei e agora me envergonho por o ter feito, mas isso é assunto para outro post. Tendo os agradecimentos sido destribuidos à direita e a esquerda, para não ferir susceptibilidades, despeço-me com abraços e beijinhos.

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