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pessoas e coisas da vida

pessoas e coisas da vida

05.12.22

E o Natal aconteceu num dia 3...


imsilva

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Isto é a imagem de um excelente Natal que vivemos no dia 3 de Dezembro de 2022. Uma "Celebração da escrita a várias mãos" como nos diz a capa.

Um dia, que sem dúvida, ficará na memória pessoal e colectiva destes 10 bloguistas, que fizeram o possível para este encontro acontecer.

Um dia em que se trocaram, palavras, gestos de amizade e até prendas inesperadas que nos fizeram sentir em plena Lapónia. 

Um dia em que os protagonistas foram, os nossos livros e as pessoas dos nossos contos, amizades novinhas em folha apesar de já poderem ser consideradas velhas conhecidas.

E como nos diz a contra-capa, do prefácio, amavelmente escrito pelo João- Afonso Machado  "...o Natal é tempo de Paz e de Família. É um quente momento no frio que nos chama aos nossos."

Um dia que encheu os corações de quem esteve presente.

Obrigada a quem esteve, e a quem à distância nos enviou os seus bons pensamentos e energia. Voltaremos a repetir, quem sabe com quem mais...

 

 

02.12.22

Previsões para amanhã


imsilva

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Caros leitores, estas são as previsões para o dia de amanhã, 3 de Dezembro de 2022.

Logo pela manhã, hipóteses de saudável convívio entre seres pertencentes a um blog de sapianos.

Às 11,00 horas, sol numa conversa sobre livro de contos de natal numa biblioteca cheia de boas energias.

Por volta do meio do dia, reunião à volta de acepipes e coisas para compensar o desgaste emocional da conversa, referida anteriormente.

Prevê-se, mais tarde, água nos olhos de pessoas, numa triste despedida de convivas que chorando se despedem até uma próxima oportunidade, rezando para que não seja muito demorada.

E assim, caros leitores, finalizo as previsões para o dia 3 de Dezembro de 2022. Tenham um bom fim de semana.

 

 

30.11.22

Os nossos contos de Natal - 2022

O 4° ano de desafio natalício


imsilva

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Lembram-se como se faz?

Pega-se num lápis, numa esferográfica, numa caneta de tinta permanente, num pincel ou num pedaço de giz, e escrevem-se palavras numa folha de papel ou onde muito bem entenderem, formando assim palavras e frases que contem uma história natalícia.

Fácil, não é?

Independentemente do que aconteceu às histórias dos anos anteriores, a edição em livro, sabem que o que me motiva a ser chata todos os anos quando vos peço que escrevam estes contos, é o gozo de ler o que cada um tem para contar, imaginar, recriar, enfim, a criatividade que sai dos vossos escritos.

Portanto, vamos ao trabalho, lápis afiados, resmas de papel a postos, carga de computador cheia e vamos escrever como se não houvesse amanhã. As regras são as de sempre, escrevam o nº de palavras que quiserem, publiquem quando quiserem, desde que seja neste mês de Dezembro que agora vai começar (sim, não é o do ano que vem). Façam o link para o meu blog e com a tag "o meu conto de natal".

Sem mais me despeço, desejando a todos uma óptima escrita neste novo (velho) desafio.

 

Aqui estão os novos Contos de Natal:

ATPG - O meu conto de Natal - quase um mini romance

Vibarao - O pastorinho de Natal

Manu - Um Natal diferente

Zé Onofre - Carta do Menino Jesus às criancas

28.11.22

Convite a contistas e não só!


imsilva

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Eis o mais desejado, o mais bonito dos livros de Natal, e todos vocês têm a sorte de estar convidados para o seu lançamento. Será, como diz o convite, no dia 3 de Dezembro, na biblioteca da Casa da Cultura da Ericeira às 11 horas da manhã.

É um encontro muito desejado, já temos algumas confirmações, e algumas indecisões devido a outros afazeres que se impõem. Também sabemos de quem, com muita pena, não poderá estar presente, mas sabemos que contaremos com o seu apoio, mesmo à distância.

É com emoção que escrevo este post, assim como também será emocionante a manhã de dia 3. 

Claro que a seu tempo deixaremos por aqui testemunho de tudo o que acontecer naquela biblioteca, e de tudo o que aconteça a seguir, porque um encontro destes não poderá acontecer simplesmente, tem que ser especial e ficar nos anais da história de quem puder participar.

Já sabem quem são os incansáveis mentores deste maravilhoso projecto, Olga C. Pinto,  José da Xã e eu própria que vou dando um jeitinho.

Vão pensando no assunto e vendo a disponibilidade para um passeio até à Ericeira, onde dizem que o mar é mais azul (coisa que eu confirmo).

28.11.22

A viagem não acaba nunca. (Saramago)


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A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

(José Saramago-)

25.11.22

Novidades com cheirinho a Natal


imsilva

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Como podem ver, e graças ao vosso trabalho de escrita, temos novos contos num novo volume dos "Contos de Natal", e como podem apreciar a capa está lindíssima. No mesmo estilo do ano passado, requintada e feliz.

Ao contrário do ano passado, este ano gostaríamos de abrir a apresentação do livro a todos os que quiserem, e para isso informamos que será no dia 3 de Dezembro na Ericeira. Provavelmente na terça-feira, daremos as coordenadas de sítio e hora.

Quem tiver a coragem de aparecer vai ser agraciado com amor e carinho a rodos, se querem saber o que isso é, têm que aparecer...

Como devem de calcular o nosso (Olga C. Pinto, José da Xã, e eu) orgulho é enorme e gostaríamos muito de partilhá-lo convosco.

Já vos deixei com a água na boca, agora é esperar por mais detalhes para acertarem o vosso passeio à linda vila da Ericeira (eu já lá estive e é muito bonita).

 

21.11.22

Solidão de Saramago


imsilva

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Ora, a solidão, ainda vai ter de aprender muito para saber o que isso é, Sempre vivi só, Também eu, mas a solidão não é viver só, a solidão é não sermos capazes de fazer companhia a alguém ou a alguma coisa que está dentro de nós, a solidão não é uma árvore no meio duma planície onde só ela esteja, é a distância entre a seiva profunda e a casca, entre a folha e a raiz, Você está a tresvariar, tudo quanto menciona está ligado entre si, aí não há nenhuma solidão, Deixemos a árvore, olhe para dentro de si e veja a solidão, Como disse o outro, solitário andar por entre a gente, Pior do que isso, solitário estar onde nem nós próprios estamos.

José Saramago, "O Ano da Morte de Ricardo Reis"
Pintura de Sergio Clemente

Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago

13.10.22

Dia do escritor


imsilva

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Um dia, com uma pena gentilmente cedida por alguma ave, gostaria de escrever com tinta mágica nestas bonitas folhas, deixar impressões e ideias, emoções e registos de vida.

Depois, com elas faria um livro, para folhear com delicadeza, com carinho, para que as palavras não deslizassem para o vazio, as folhas não sofressem danos, o que para mim seria sacrilégio, porque um escritor não quer as palvaras, as letras, maltratadas mas sim  preservadas.

Um dia, gostaria de escrever até me cansar, e quando já não houvesse folhas por preencher, escreveria nas nuvens que ao passar, levariam as minhas palavras para longe.

Um dia...