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pessoas e coisas da vida

pessoas e coisas da vida

27.07.22

Danças?

52 semanas de 2022 / tema 30


imsilva

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As músicas que me fazem dançar são tantas...

A minha adolescência foi no fim dos anos 70 e nos anos 80. Precisamente na época gloriosa da boa música que ainda hoje (e sempre) se ouvirá com o mesmo deleite.

Entravamos na discoteca às 23 h. e só saíamos quando nos mandavam embora (normalmente com uma música condizente de despedida) às 4 horas da madrugada. Outros tempos! Não consigo ouvir um bom ritmo sem bater o pé, o que significa, basicamente, que não saía da pista de dança.

Há pouco tempo atrás, apareceu uma música, que todos conhecem, e pela qual me apaixonei (quem não?) "Jerusalema". Tenho uma filmagem (valha-me Deus) da minha irmã e eu a dançá-la no Natal de 2020, entre outras, que escusam de pedir muito, muito, muito, que eu nunca mostrarei!

Não ouço muita música, normalmente tenho a cabeça cheia de barulho e quando chego a casa nem a televisão acendo, mas...tenho pena!

Os desafios da abelha

13.07.22

O que alguém disse sobre mim que nunca esqueci

52 semanas de 2022 / tema 28


imsilva

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Curiosamente, há várias coisas que me ficaram na memória na altura em que estudava num colégio de freiras.

Tenho 1,72 de altura, mas habituei-me a andar sempre direita, graças a algo que uma das freiras do colégio uma vez disse; "Temos de andar sempre com a cabeça levantada, com as costas direitas. É assim que se enfrenta a vida quando não fizemos mal a ninguém "

Eu era muito magra, um palito, e quando me fui despedir da Madre Mercedes por virmos para Portugal de vez, sabendo que vinha para um sítio de praia, a Madre aconselhou-me a usar um fato de banho de mangas compridas. Claro que o disse a brincar, mas hoje não acho que tivesse sido muito bonito.

Uma outra freira, não me lembro qual, ralhou-me quando chamei a atenção para uma colega que não tinha recebido o enunciado que a Madre estava a distribuir. Levei um raspanete porque, segundo ela, não tinha que me meter nisso. A colega é que deveria ter reivindicado, não eu. Com o tempo fui-me controlando, mas ainda hoje sou um pouco assim, chamo a tenção para algo que pode não ter sido visto por outros. Por vezes faço um esforço para não me meter, desenrasquem-se!

Retratos, pedaços de vida numa época em que somos uma amostra de gente que absorve o que nos rodeia, em que damos os primeiros passos em sociedade, em que aprendemos que existem muitas cabeças pensantes e nós começamos a ser uma delas.

Os desafios da abelha

 

08.07.22

Sentimentos na escrita

52 semanas de 2022 / tema 27


imsilva

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Quando escrevo sinto que estou a ter uma conversa comigo, sinto-me livre de expressar as minhas opiniões e sentimentos sem interrupções. Não há mais ninguém a dar palpites e a dizer de sua justiça, o que adoro.

É o meu momento, é o encontro entre o eu e o mim, entre as palavras e os pensamentos, entre a minha lógica, as minhas fantasias e a minha liberdade.

É o meu momento zen, em que uma página em branco a ser preenchida  a pouco e pouco por caracteres que expressam a minha mente, me liberta e relaxa, e até a ansiedade de perceber se o que escrevo faz sentido, faz parte do prazer que é escrever, simplesmente...escrever.

 

Os desafios da abelha

 

08.07.22

Objectivos para o futuro ?!

52 semanas de 2022 / Tema26


imsilva

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Neste momento, grito aos 7 ventos pedindo para me poder reformar ainda em condições de ser dona do meu tempo, para poder fazer com ele aquilo que entender sem ter de me responzabilizar por terceiros e quartos.

Quero ser crescida, quero dar passos nos caminhos que me apetecer, sem dar cavaco e sem ser obrigada a coisa alguma. Quero descansar os pensamentos, as decisões e as ânsias.

Ah!!!  Quero ser uma velha gaiteira e feliz!

Serão objectivos suficientes? 

 

Os desafios da abelha

 

23.03.22

Pessoas de quem tenho saudades

12° tema de 52 semanasde 2022


imsilva

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Esta manhã, não sei bem porquê, lembrei-me de uma pessoa que não vejo há alguns anos, e de repente vi-me rodeada de lembranças de outras tantas, que depois de terem cruzado o meu caminho, por um motivo ou por outro deixei de ver. Algumas, infelizmente nunca mais verei, mas outras, porque simplesmente a vida levou-as por outro caminho e não deixaram como contactá-las. É um belo conjunto de pessoas das mais variadas idades e gêneros.

Esta pessoa que me levou a estes pensamentos, não era perfeita (como ninguém é) mas era interessante e inteligente, e foi alguém que eu gostei de conhecer, e durante os anos em que privamos, tivemos conversas interessantes, não que concordassemos em tudo (e ainda bem) mas aportou-me conhecimentos e bons momentos de convivio.

Infelizmente, como já referi, a vida dá voltas que nem a inteligência consegue controlar e neste momento não sei nada dela, nem encontro quem saiba.

E pronto, isto levou-me ao velho sentimento português, à saudade, saudade de tanta gente com que me cruzei, gente que me orgulho de ter conhecido, gente que me fez bem, gente de quem eu gostei ( que continuo a gostar) e que espero tenham gostado também de mim. Obrigado por terem existido.

Beijinhos meus amigos.

                                   ❤

 

 

Este texto foi escrito e publicado há uns anos, e achei que fazia todo o sentido neste desafio. Portanto esta é a minha participação no desafio da Ana de Deus

16.03.22

Uma montanha, uma cabana e eu...

11º tema de 52 semanas de 2022


imsilva

 

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Uma montanha, 

uma montanha alta, 

uma montanha alta e verde,

uma montanha alta, verde e com uma cabana,

uma cabana com grandes almofadões,

uma cabana com mantas fofinhas,

uma cabana com pilhas de livros,

e eu...

 

Participação no desafio da Ana de Deus 

09.03.22

O meu estilo???

10º tema de 52 semanas de 2022


imsilva

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Estilo!

A roupa, os gostos, o feitio?

Sinto-me a simplicidade em figura de gente. Vestimenta confortável, nem sonhem com saltos altos, com o tempo criei o hábito de um creme na cara, mas a maquilhagem não quer nada comigo nem eu quero nada com ela. Posso confessar que gosto imenso de um batonzinho, mas como não costuma durar, falta a paciência. O cabelo sofre do mesmo, branco porque é a cor dele, que fazer? 

Pragmatismo a montes, não enrolem, vão direitos ao assunto se faz favor.

Adoro uma bonita paisagem, e o cheiro a natureza, seja mar ou campo. A montra de uma ourivesaria pouco me diz, a não ser que tenha relógios. Privilegio uma noite com um livro a uma noitada com gente a beber copos, o que não quer dizer que não aprecie um jantar com amigos e subsequente serão com uma boa conversa. 

Será suficiente estilo?

Participação no desafio da Ana de Deus

30.04.21

O amor...sempre.


imsilva

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Esta não é uma história triste, é uma história de amor totalmente dedicada à nossa abelhinha, em mais um desafio que lançou. 

Para ti abelhinha Ana.

 

Quando a Lídia completou um aninho, recebeu uma gatinha Scottish.

E as duas cresceram lado a lado. A gatinha seguia a criança para todo o lado, e apesar dos esforços dos pais para que o animal dormisse na sua própria cama, era escusado, dormir era na cama da Lídia.

Ao longo de 18 anos o amor cresceu e quando Lídia foi para a faculdade, a gata quase que deixou de comer, valia-lhe os fins de semana em que a dona voltava para casa.

18 anos para um gato é já uma vida longa e o fim teria de chegar.

Depois de uma semana em que notoriamente a gata não estava bem, em que o veterinário já nada mais podia fazer por ela, chegou o fim de semana e com ele a volta de Lídia a casa.

Quando se apercebeu do estado da sua gatinha, ficou desolada e tentou que ficasse o mais cómoda possível.

A gatinha acabou por morrer nos braços da sua dona, da sua amiga, com quem tinha passado todos aqueles anos.

Ao perceber que a gata já não respirava, Lídia pôs a mão na boca para calar o grito que a sua alma queria soltar. Por mais que soubesse que estava prestes a acontecer, não se sentiu preparada. Mas Lídia sabia que a sua gata tinha sido amada e bem tratada todos aqueles anos. Restava-lhe infinitas e bonitas recordações, nada mais podia pedir.

 

08.04.21

Desafio do texto sem "E"


imsilva

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O Mar

Fui olhar o mar

Tinha a cor azul mais bonita

As ondas batiam doidas por sair dali

Mas, não podiam

Juntas são mar, sozinhas são nada

A força faz a sua união

Só assim brilham

Só assim são mais

Só assim ganham o mundo

Só assim são a maravilha aos nossos olhos

Olhando o mar, acalmamos

Posicionamos os chakras

Sintonizamos o ódio ou o amor no infinito da nossa alma.

 

Mais um desafio da nossa abelhinha Ana

06.12.20

Desafio - Quem conta um conto...


imsilva

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Em mais um desafio da nossa Ana , vou dar seguimento à história que ela começou e que foi seguida pela  Bii yue e pelo José da Xã

Peço desde já desculpa por fugir à magia com que começou, e passar o testemunho à MJP.

Para seguirem o caminho desta épica história, é só irem ao blog da Ana, acima indicado.

 

...de um azul turquesa tão forte, que tudo à volta ficava cada vez mais azul à medida que a luz aumentava.

  -Sr. Aurindo, Sr. Aurindo, já está, a operação já acabou e correu tudo muito bem.

 Abri os olhos e vi a cara da enfermeira Mónica, uma cara simpática e afável que me devolveu um pouco da confiança perdida no momento de adormecer na marquesa da sala de operações.

Relembrei as alucinações mirabolantes que tinham acontecido com a anestesia, e fiquei satisfeito por tudo já ter passado.

O importante agora será recuperar desta cirurgia a...